
“Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho de seu ventre? Mas ainda que esta viesse a esquecer, eu, todavia, não me esquecerei de ti” (Isaías 49:15)
O dia das mães é sempre uma data especial. Dia de homenagens, elogios, gratidão, presentes. Comerciantes o chamam de “segundo natal”. Alegram-se por poderem salvar as vendas do 1º semestre. Afinal, a figura da mãe é uma espécie de figura central do relacionamento familiar. Difícil encontrar quem não se lembre, com carinho, da própria mãe. E não poderia ser diferente: mãe é dádiva de Deus. Assim como os filhos são dádivas de Deus. Assim como toda a família deve ser celebrada como uma dádiva de Deus para nós. Pena que não seja sempre assim.
O dia das mães tem uma característica bastante especial: nele somos absorvidos pela noção de “mãe ideal” (aquela!): presente, amorosa, sorridente; que nunca grita, nem esbraveja, mas tem sempre uma palavra amiga, consoladora e de incentivo. » Leia mais
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As células acontecem durante a semana, com muita descontração onde cantamos, louvamos, confraternizamos e conhecemos mais da palavra de Deus, confira aqui o roteiro para esta semana.