Semana passada começou mais uma edição da Copa do Mundo de Futebol e, para quem gosta, um prato cheio, com 64 jogos que serão transmitidos diretamente da África do Sul, daquele que é a apoteose de todos os campeonatos da modalidade.
Quem será o campeão? Aquele que só vencer! Na fase classificatória, ainda admite-se empates ou até derrotas, depois, somente os vencedores vão permanecendo e o campeão será aquele que vencer todas.
Ser vencedor, nem sempre é chegar em primeiro, ou fazer o melhor, ou estar adiante dos outros, mas sim, concluir satisfatoriamente aquilo que estava proposto. O único requisito é o de ter participado da luta, da batalha, do grande trabalho.
No calor da jornada, aceitamos desafios, levantamos bandeiras que nunca empunhamos, nos tornamos arrojados, exaustivos no trabalho, encaramos as adversidades, nos expomos a manifestações e críticas. Diante do “tudo a ganhar”, alguns declaram que nada tem a perder e até outras inconsequencias.
Jesus também enfrentou o grande desafio, o de promover a Salvação da humanidade, segundo um projeto de amor que partiu do coração do Pai. Ninguém deu maior demonstração de superação às adversidades e críticas, ninguém se demonstrou tão arrojado como o nosso Senhor, pois a conclusão do seu trabalho incluía morrer, e por morte de cruz!
Ele se fez vencedor e a Sua vitória significa a nossa vitória frente ao pecado. O fim satisfatório é a nossa conquista em reatarmos a união com Deus eternamente. Assim, temos também parte ativa na missão de Jesus. Ele nos comissionou para expandirmos o seu Reino, levando a Sua vitória a todos. (Mt 28.18-22)
Com Jesus, temos vitórias. Sabemos para onde e com quem vamos. Lutamos e vencemos, às vezes, até chegando em primeiro lugar: “ porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé.” (1Jo 5.4)