Igreja em Células
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INTRODUÇÃO
Bem-vindo ao CONHEÇA A IC - 1ª Igreja Presbiteriana Independente de Maringá. É uma grande alegria e um maravilhoso privilégio contar com sua participação e interesse pelas características particulares de nossa comunidade de fé. Esperamos que estes tópicos possam esclarecer alguns dee seus questionamentos e fortalecer seu desejo de contribuir mais e mais para o avanço do Reino de Deus através do trabalho e dos relacionamentos que almejamos realizar.
Boa leitura.
NOSSA IDENTIDADE PRESBITERIANA INDEPENDENTE
A 1ª Igreja Presbiteriana Independente de Maringá é uma Igreja Local federada à Igreja Presbiteriana Independente do Brasil. É Igreja porque é um ramo legítimo do cristianismo. É Presbiteriana porque rege-se pelo sistema presbiteriano de governo (sistema representativo). É Independente porque não depende de sustento financeiro externo, oriundo de igrejas ou ministérios estrangeiros.
Por fazer parte da IPI do Brasil, nossa denominação, a 1ª IPI Maringá está sujeita à sua Constituição (conjunto de leis que regem seu funcionamento), ao seu Código Disciplinar (conjunto de leis que regem seus relacionamentos internos e a conduta de seus membros), às suas Ordenações Litúrgicas (conjunto de orientações que tratam do culto público e da administração dos sacramentos) e à sua Confissão de Fé (conjunto de declarações teológicas e doutrinárias baseadas na interpretação da Bíblia Sagrada), tendo, ainda, um Estatuto Interno aprovado pela Assembléia Local e registrado em Cartório da cidade.
A Igreja Presbiteriana Independente reconhece as Escrituras do Antigo Testamento e do Novo Testamento como revelação da Palavra de Deus, regra única e suficiente de fé e prática para o cristão.
UM BREVE RESUMO DA NOSSA HISTÓRIA
Nossa história começa em 1942, quando Maringá ainda estava em fase embrionária de construção, atraindo aventureiros de várias partes do Brasil. Neste ano, um grupo de protestantes chegou à região, reunindo-se, a princípio, na residência de José Pedroso e, pouco tempo depois, na residência de Antônio Gouveia Goulart, que construiu um anexo para a realização dos cultos. Os fiéis ficaram sob os cuidados pastorais do Rev. Paulo Alvarenga, da IPI do Brasil – campo de Mandaguari, e do Rev. Jonas Dias Martins, da IPI do Brasil – campo de Londrina.
Em 1947, o grupo de orientação presbiteriana independente adquiriu um terreno na Vila Operária, onde, hoje, está instalada a IPI Jeová Raphá, segunda comunidade presbiteriana independente organizada na cidade.
Em 1949, o Presbitério de Sorocaba, ao qual estavam subordinadas as igrejas do Norte do Paraná, decidiu pela organização em Igreja da congregação que funcionava em Maringá, o que ocorreu no dia 07 de agosto daquele ano. Foi comissionado para o pastorado da nova Igreja o Rev. Herculano Sampaio.
Ainda em 1949, o Conselho decidiu pela aquisição de novo terreno, mais central conforme o plano diretor para o desenvolvimento da cidade. O terreno foi adquirido com frente para a Av. Tiradentes e a lateral para a Rua Pero Vaz de Caminha, local onde a Igreja permanece instalada até os dias de hoje.
NOSSA MISSÃO
Promover o Reino e a Glória do Deus Pai, Filho e Espírito Santo, em Maringá e a partir de Maringá.
NOSSA VISÃO
Uma Igreja dinâmica, orientada biblicamente e pastoreada no sistema de Igreja em Células.
NOSSA IGREJA EM CÉLULAS
Fundamentos Bíblicos
A igreja em células pretende, através de seu modelo de pastoreio mútuo, resgatar o estilo de vida da Igreja iniciante, descrito no Novo Testamento em textos como, por exemplo, o relato da inauguração da comunidade cristã, onde se afirma que os primeiros convertidos:
“perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos. Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos” (Atos 2:42 a 47, com grifo nosso).
A igreja em células parte do princípio de que todos os cristãos devem assumir seu papel pastoral em relação aos demais membros da comunidade, confirmando, assim, a revelação bíblica do sacerdócio universal dos crentes (conforme 1 Pedro 2:9) e submetendo-se, igualmente, aos mais de 40 imperativos de amor, honra, edificação, serviço, perdão, acolhimento, cooperação, suporte, compaixão, consolação, verdade e bondade relativos ao trato de uns para com os outros (conforme Romanos 12:5, 12:10, 12:16, 13:8, 14:13, 14:19, 15:5, 15:7, 15:14, 16:16, 1 Coríntios 11:33, 12:25, 16:20, 2 Coríntios 13:12, Gálatas 5:13, 6:2, Efésios 4:2, 4:25, 4:32, 5:21, Colossenses 3:9, 3:13, 1 Tessalonicenses 3:12, 4:9, 4:18, 5:11, 5:13, 2 Tessalonicenses 1:3, Hebreus 10:24, Tiago 4:11, 5:9, 5:16, 1 Pedro 1:22, 4:8, 4:10, 5:5, 5:14, 1 João 1:7, 3:11, 3:23, 4:7, 4:11, 4:12 e 2 João 1:5).
A Célula
Uma célula é um grupo cristão de gerações e gêneros integrados (isto é, para toda a família), formado por aproximadamente 14 pessoas (podendo variar de 08 a 20 participantes), orientado por dois líderes constituídos (o líder e o líder-auxiliar) e comprometido com os 07 PROPÓSITOS de uma célula:
1. Ser fiel à visão da Igreja Local;
2. Pastorear pessoas;
3. Despertar vocações;
4. Servir à comunidade;
5. Formar novos líderes;
6. Alcançar outras pessoas;
7. Multiplicar a si mesma.
A Reunião da Célula
A célula reúne-se, pelo menos, uma vez por semana na residência de um dos seus participantes e, dominicalmente, na Grande Celebração do Templo. A reunião da célula desenvolve-se com base nos 4 “E”, que são:
1. Encontro – chegada e quebra-gelo;
2. Exaltação – louvor, adoração, salmos e orações;
3. Edificação – compartilhar (conforme carta pastoral);
4. Evangelismo – lista de alcance e ação social por meio da célula.
A Multiplicação das Células
A multiplicação das células tem como objetivo proporcionar às células uma visão de Crescimento, através da evangelização, e uma visão de Reino, através da descentralização da liderança.
Uma célula não deve multiplicar-se em período inferior a 12 meses, para evitar que os novos líderes tenham formação precária. Mas também não deve ultrapassar o período de 18 meses, a fim de evitar uma supremacia dos interesses do grupo em relação aos interesses do Reino. De qualquer modo, os superintendentes de área devem acompanhar todo processo de multiplicação, avaliando as condições da célula e orientando seus líderes.
A Grande Celebração das Células
As células, reunidas durante a semana nos lares, reúnem-se dominicalmente no templo, para a Grande Celebração.
A Grande Celebração é organizada pelo Corpo Pastoral da Igreja em Células, devendo contar com a participação das células, dos ministérios de apoio e dos departamentos de integração. Sua mensagem central, pregada com base nas Escrituras Sagradas, é o tema da edificação na reunião da célula.
O Crescimento e a Estruturação da Igreja em Células
O Crescimento da Igreja em Células dá muito maior importância à multiplicação das células que à adesão individual ao rol formal de membros da instituição, embora reconheça que esta é conseqüência daquela.